Faz oito dias que fui ás urnas, e quero deixar algumas impressões que tive, nessas eleições municipais. Positivamente, percebi que há pessoas mais politizadas, e que desejam um estado que tenha projetos em âmbito municipal, visando o desenvolvimento da cidade. Essas pessoas são as que formam opiniões e fazem todos lembrar-se que fazem parte de uma sociedade democrática e livre. A parte negativa do que percebi foi que essas pessoas são a minoria, e bem menor que o resto dos cidadãos, e aí é que está o problema, pois se as eleições são democráticas, não são livres, pois o voto é obrigatório.
Durante muito tempo fui a favor de um voto "democrático", ou seja livre e não obrigatório. Em um Estado onde há pessoas que se importam com os rumos da sociedade, não há necessidade de obrigatoriedade. Mas o brasileiro é um cidadão consciente? Pela quantidade de pessoas que vi estarem dispostas a vender seu voto, acho que não. Acho que a maioria de pessoas que conheço preferiria estar numa praia, e até eu também. Mas eu sinto o peso da decisão sobre uma sociedade mais justa e futuramente, verdadeiramente livre. Mas quantos sentem isso? Quem se importa? Os maiores interessados em uma eleição devem ser os eleitores e não os possíveis eleitos. Politica é importante demais para ser deixada nas mãos de políticos. Sob uma visão Darwiniana de nossa sociedade, posso afirmar que essa obrigatoriedade é santa. Ser livre é melhor, escolher se quero é melhor, mas confesso que mesmo sob minha visão direitista do mundo, acho positivo o "Estado Forte" brasileiro, obrigar o cidadão a exercer tal cidadania. O País de chuteiras vai ás urnas para quem sabe um dia nos tornar-mos um país de gravatas.
Durante muito tempo fui a favor de um voto "democrático", ou seja livre e não obrigatório. Em um Estado onde há pessoas que se importam com os rumos da sociedade, não há necessidade de obrigatoriedade. Mas o brasileiro é um cidadão consciente? Pela quantidade de pessoas que vi estarem dispostas a vender seu voto, acho que não. Acho que a maioria de pessoas que conheço preferiria estar numa praia, e até eu também. Mas eu sinto o peso da decisão sobre uma sociedade mais justa e futuramente, verdadeiramente livre. Mas quantos sentem isso? Quem se importa? Os maiores interessados em uma eleição devem ser os eleitores e não os possíveis eleitos. Politica é importante demais para ser deixada nas mãos de políticos. Sob uma visão Darwiniana de nossa sociedade, posso afirmar que essa obrigatoriedade é santa. Ser livre é melhor, escolher se quero é melhor, mas confesso que mesmo sob minha visão direitista do mundo, acho positivo o "Estado Forte" brasileiro, obrigar o cidadão a exercer tal cidadania. O País de chuteiras vai ás urnas para quem sabe um dia nos tornar-mos um país de gravatas.

Um comentário:
É verdade. A política é por demais importante pra deixar na mão daqueles que nunca se importam com ela...
Ótimo texto, bem agudo e direto ao ponto.
Abraços....
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